Uma organização cristã denunciou o aumento da perseguição a cristãos no Paquistão e na Índia na União Europeia (UE). A ADF International, que apoia cristãos perseguidos, organizou uma conferência no Parlamento Europeu, em Bruxelas, para discutir a violência contra a comunidade cristã no Sul da Ásia. O encontro aconteceu no dia 4 de dezembro e contou com a presença de defensores dos direitos humanos e sobreviventes de perseguição, que compartilharam suas experiências com o Parlamento. Tehmina Arora, diretora de Advocacia na Ásia da ADF International, destacou a crescente perseguição hindu contra os cristãos na Índia e pediu à UE que tome medidas para proteger as minorias religiosas. “Os cristãos na Índia são punidos não por irregularidades, mas simplesmente por se reunirem, oram ou ajudarem seus vizinhos. Até mesmo a Suprema Corte da Índia observou recentemente como as leis anti-conversão são mal utilizadas para processar injustamente cristãos”, afirmou Arora. De acordo com o United Christians Forum, houve um aumento de 500% na perseguição na Índia nos últimos 10 anos. Somente entre janeiro e outubro de 2025, mais de 600 casos foram registrados, incluindo linchamento de multidões, humilhação pública, interrupções em igrejas e ataques a propriedades privadas no país. Leis de blasfêmia O painel também discutiu o crescimento do uso das leis de blasfêmia para perseguir os seguidores de Jesus no Paquistão. Segundo a Human Rights Watch, pelo menos 475 casos de blasfêmia foram registrados em 2024, em comparação com 11 incidentes em 2020. Cristãos paquistaneses acusados falsamente de blasfêmia sofrem ataques em suas igrejas e casas. Foi o caso de Shagufta Kausar, uma sobrevivente da perseguição que contou sua história ao Parlamento Europeu. Após ela e o esposo Shafqat serem acusados de blasfêmia, eles foram abusados em público, em frente a seus filhos pequenos. O casal ainda foi condenado à morte e ficou no corredor da morte durante sete anos até serem libertados, com a ajuda da União Europeia. Shagufta Kausar pediu ao Parlamento que intervisse mais uma vez pelos cristãos paquistaneses. “A menos que a comunidade internacional aja, inúmeras pessoas inocentes continuarão sofrendo sob leis usadas para silenciar e destruir os mais vulneráveis”, declarou ela. Proteção para cristãos perseguidos Na conferência, os participantes ainda abordaram a intensificação da vigilância e da violência contra crentes em outros países do Sul da Ásia, como Sri Lanka, Nepal e Bangladesh. O deputado pediu à União Européia que use seus recursos para promover a liberdade religiosa no Sul da Ásia. “A pressão política do Parlamento Europeu é importante, mas a UE também possui poderosas ferramentas econômicas em suas mãos para pressionar governos a garantir a liberdade religiosa e impedir a perseguição”, ressaltou. “Os cristãos são hoje o grupo religioso mais perseguido do mundo, e é vital que falemos sobre isso publicamente e em voz alta”.
Rio vai inaugurar primeiro batistério público no Jardim Méier
A cidade do Rio de Janeiro vai ganhar seu primeiro batistério público, no Jardim do Méier, na Zona Norte. O espaço foi construído pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (Seconserva) para receber cerimônias de batismo por imersão. O batistério conta uma cascata d’água e uma Bíblia cenográfica como ornamento. A estrutura ficará permanentemente na Praça Jardim do Méier para batismos realizados por igrejas do bairro e de outras partes da cidade. A inauguração do espaço acontecerá neste sábado (13) às 11 horas, no Coreto do Méier. O evento vai contar com a presença do prefeito Eduardo Paes, do secretário de Conservação Diego Vaz e de lideranças religiosas da região. O batistério público funcionará diariamente das 6h às 19h, acompanhando o mesmo horário de abertura do Jardim do Méier. A manutenção do local será de responsabilidade da Gerência de Chafarizes e Monumentos da Seconserva, que aproveitou a obra do batistério para fazer melhorias no entorno, criando um espaço público de convivência. Aumento de evangélicos no Rio de Janeiro O número de evangélicos no estado do Rio de Janeiro aumentou nos últimos anos, de acordo com o Censo Demográfico 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2010, 29% da população se declarava evangélica. A porcentagem subiu para 32%, representando 5,5 milhões de pessoas. Já na cidade do Rio, 25% dos moradores são evangélicos. Em Macapá (AP), também foi construído um batistério público no Rio Amazonas, que foi inaugurado em 2024 pela Prefeitura. No final de novembro deste ano, no Dia do Evangélico, mais de 300 novos convertidos foram batizados no local.
Professor é demitido após dizer a aluno muçulmano que Grã-Bretanha é um país cristão
Um professor cristão foi demitido e proibido de trabalhar com crianças após dizer a um aluno muçulmano que a Grã-Bretanha é um país cristão. O caso aconteceu no ano passado em uma escola não religiosa. Segundo o The Telegraph, tudo começou quando o professor – que não teve a identidade revelada – repreendeu os alunos do ensino fundamental que usavam as pias dos banheiros para lavar os pés. A escola não permite que os estudantes lavem os pés nas pias e façam orações no pátio, conforme o ritual muçulmano. Porém, disponibiliza uma sala para os alunos islâmicos realizarem suas observações religiosas. Na ocasião, o professor repreendeu um aluno que estava violando a proibição e lembrou que, se alguém não estivesse satisfeito com as regras do colégio, havia uma escola islâmica na região que poderia ser mais adequada às suas crenças. O professor ainda comentou que com uma igreja estatal liderada pelo rei, a Grã-Bretanha é tecnicamente um país cristão. Após a repreensão, o docente ensinou à turma do sexto ano sobre o valor britânico da tolerância, observando que o Islã é uma religião minoritária na Grã-Bretanha. Punido e encaminhado à polícia Em maio de 2024, o professor foi suspenso e mais tarde demitido. Um mês depois, ele foi informado que seria encaminhado para a polícia. A investigação policial sob a acusação de crime de ódio não avançou, mas o professor foi inicialmente proibido de trabalhar com crianças devido ao suposto dano emocional causado por seus comentários a respeito do Islã. Mais tarde, a proibição de atuar com crianças foi retirada após uma ação judicial. Hoje, o professor cristão está processando a autoridade local, com o apoio da União pela Liberdade de Expressão (FSU). “Esse professor perdeu o emprego e quase acabou sendo impedido de exercer a profissão para o resto da vida só porque apontou para uma classe de crianças muçulmanas que a religião nacional da Inglaterra é o anglicanismo”, reagiu Lord Young, diretor da FSU. E criticou: “As coisas chegaram a um ponto alto neste país, se um professor pode ser rotulado como um risco porque diz algo que é incontestavelmente verdade. Se ele tivesse afirmado que o Islã é a religião oficial da Inglaterra, mesmo que isso não seja verdade, duvido que ele teria se metido em problemas”.
Enfermeira emociona ao cantar Quão Grande És Tu para paciente idosa
Uma cena comovente viralizou nas redes sociais: uma enfermeira foi filmada cantando o hino cristão “How Great Thou Art” (Quão Grande És Tu, em português) enquanto alimentava uma paciente idosa. A canção era uma das favoritas do marido da paciente, que havia falecido há menos de seis meses. Dois dias após o registro, a idosa também morreu. A cena, gravada em um hospital no Texas, ganhou grande repercussão após ser compartilhada nas redes sociais e repostada USA TODAY no X (antigo Twitter). O jornal americano descreveu o momento como “tão doce”. So sweet. A nurse in Texas sang a rendition of “How Great Thou Art” to her patient. pic.twitter.com/GRriR2ngAw — USA TODAY (@USATODAY) February 6, 2020 O momento foi compartilhado originalmente pela filha da idosa, que capturou a enfermeira entoando a canção com voz baixa e delicada enquanto ajuda a paciente a se alimentar. Segundo a filha da paciente, a música cristã teve um significado especial naquele momento, por estar diretamente ligada às memórias de seu pai e de sua mãe. O sorriso da idosa durante o hino chamou a atenção de milhares de internautas, que destacaram a sensibilidade e humanidade da profissional de saúde. O hino tradicional “Quão Grande És Tu” foi composto pelo missionário Stuart K. Hine e, até hoje, a renda gerada pela canção continua sendo destinada a obras missionárias. Grande repercussão O vídeo ganhou grande repercussão após ser compartilhado em plataformas como X (antigo Twitter) e Instagram, acumulando milhares de reações positivas de usuários que elogiaram a dedicação e a gentileza da enfermeira. No perfil “Restoring Your Faith in Humanity” (Restaurando sua fé na humanidade, em português), o vídeo já ultrapassou 50 mil curtidas e soma quase mil comentários até o momento. Uma pessoa escreveu: “Aqueles que conhecem o Senhor são uma luz brilhante e um exemplo para os outros. Que Deus abençoe esta enfermeira e seus pacientes. Continue cantando e espalhando o Evangelho do nosso Senhor e Salvador. Muitas bênçãos.” Outra disse: “Ela é um verdadeiro exemplo de como viver a fé por meio do trabalho.” Uma mulher disse: “Uma maneira maravilhosa de demonstrar amor pela paciente. Uma enfermeira muito doce.”
Jogadores da NFL pedem ação contra perseguição na Nigéria: As vidas não podem esperar
Mais de 60 jogadores e ex-jogadores da NFL (National Football League) – a liga profissional de futebol americano –, pediram uma ação do governo dos Estados Unidos contra o aumento da perseguição na Nigéria. Segundo o Sports Spectrum, em 19 de dezembro, os atletas enviaram uma carta conjunta a altos funcionários do governo em Washington, incluindo o presidente Donald Trump e o presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Mike Johnson, o Líder da Minoria na Câmara, Hakeem Jeffries, ao Líder da Maioria no Senado John Thune e ao Líder da Minoria no Senado Chuck Schumer. “A perseguição religiosa e étnica na Nigéria atingiu um nível que exige ação imediata e concreta dos Estados Unidos”, inicia a carta. “Como jogadores atuais e antigos da NFL que se importam profundamente com a justiça — aqui na América e ao redor do mundo — estamos entristecidos e indignados com a crescente violência, e escrevemos para exortá-los a agir agora para enfrentar a perseguição religiosa na Nigéria e garantir que os responsáveis sejam responsabilizados”. O documento observou que há muitos jogadores nigerianos na NFL. “É uma nação de beleza extraordinária, cultura rica e povo resiliente. No entanto, por anos, nigerianos de todas as crenças suportaram ataques implacáveis, sequestros e assassinatos por grupos extremistas e redes criminosas que exploram divisões étnicas e religiosas. Essa brutalidade contínua não apenas devasta famílias e igrejas, mas também mina a estabilidade regional e os interesses de segurança e humanitários dos EUA”, argumentaram. Medidas concretas para proteger cristãos Em outubro deste ano, o presidente Trump reconheceu oficialmente a Nigéria como um “país de preocupação particular” — a classificação mais séria que os EUA atribuem a países que possuem perseguição religiosa. Agora, os atletas da NFL pediram ações práticas para proteger os cristãos nigerianos. “Organizações humanitárias e de defesa independentes consistentemente classificam a Nigéria entre os lugares mais perigosos do mundo para viver abertamente como cristão”, diz a carta. “Agradecemos declarações anteriores condenando a violência e reconhecendo o sofrimento, mas a preocupação já não é suficiente”, ressaltou. No documento, os jogadores cristãos ainda sugeriram medidas para combater a perseguição: expandir a assistência humanitária dos EUA para os milhões de pessoas deslocadas na Nigéria; exigir relatórios públicos, trimestrais, ao Congresso sobre incidentes de violência motivada religiosamente; e ocupar o cargo de Embaixador Geral para Liberdade Religiosa Internacional no Departamento de Estado dos EUA. Entre os jogadores que assinaram à carta estão: Steve Stenstrom, presidente da Sports Spectrum; Benjamin Watson, editor-chefe da Sports Spectrum; Tony Dungy, técnico principal do Hall da Fama; Kirk Cousins, do Atlanta Falcons; Jameis Winston, do New York Giants; Brock Purdy, do San Francisco 49ers; C.J. Stroud, do Houston Texans; e TreVeyon Henderson, do New England Patriots. “Como homens que foram confiados com uma plataforma pública através da National Football League, sentimos uma responsabilidade moral de falar por aqueles cujos gritos permaneceram sem resposta por tempo demais”, declararam. “Pedimos a vocês, como líderes desta nação, que usem todo o peso de seus cargos para defender o direito fundamental de viver e adorar livremente, e enviar uma mensagem clara de que os Estados Unidos não ficarão de braços cruzados enquanto nigerianos são alvos, aterrorizados e mortos por causa de sua fé. As vidas em jogo não podem esperar”, concluiu a carta. Nigéria é um dos lugares mais perigosos do mundo para cristãos Conforme um relatório da Sociedade Internacional para Liberdades Civis e Estado de Direito (Intersociety), 7.800 outros cristãos foram detidos e sequestrados devido à sua fé, de 1º de janeiro a 10 de agosto deste ano, na Nigéria. Além disso, mais de 7 mil cristãos foram assassinados por extremistas islâmicos e terroristas fulani no país. De acordo com a Missão Portas Abertas, 4.476 cristãos foram mortos no mundo por causa da fé em 2024 — e 3.100 dessas mortes ocorreram na Nigéria. Os ataques de grupos fulanis, Boko Haram e ISWAP continuam aumentando e sequestros para resgate cresceram de forma expressiva no país africano. A Nigéria está na 7ª posição da Portas Abertas entre os 50 países onde é mais difícil ser cristão.
Descoberta em Jerusalém revela muro do período do primeiro Hanukkah
Uma descoberta arqueológica recente destacou o período Macabeu-Hasmoniano, época em que o povo judeu recuperou o Segundo Templo em Jerusalém após a Revolta dos Macabeus, marco celebrado no Hanukkah. Um tesouro arqueológico escondido ao longo das muralhas da Cidade Velha de Jerusalém será aberto ao público nos próximos anos, logo após o Portão de Jaffa. “Se você quer conhecer e ver a história da Jerusalém antiga, um dos melhores lugares para isso é aqui mesmo, na escavação em Kishle”, disse o arqueólogo Amit Re’em, da Autoridade de Antiguidades de Israel à CBN News. O Kishle — palavra turca da era otomana que significa “abrigo de inverno” — é um antigo complexo militar e prisão localizado no complexo da Torre de David. O local reúne vestígios de milhares de anos da história de Jerusalém, desde o período do Templo Judaico até o renascimento do Estado de Israel, em 1948. “Começamos a escavar em uma prisão britânica que foi erguida bem aqui, perto do Portão de Jaffa, em Kishle, na década de 1930”, explicou o arqueólogo que lidera a escavação do sítio arqueológico. “Esta prisão foi construída dentro de um edifício otomano erguido na década de 1830. Depois que removemos o piso do edifício otomano e a prisão britânica, iniciamos a escavação arqueológica e encontramos uma espécie de indústria da época das Cruzadas, do século XII d.C”, acrescentou. Museu da Torre de Davi Segundo a CBN News, após a equipe escavar mais fundo, encontraram duas paredes paralelas maciças com aterro de terra entre elas. “E acreditamos, com base em todos os dados arqueológicos, que estamos diante dos alicerces do palácio particular do Rei Herodes, do século I a.C.”, contou Re’em. Por baixo ficava o sistema de esgoto principal do palácio: “Nossa fortificação do período hasmoneu estava enterrada bem no interior desse sistema de pódio e muros de contenção nas fundações do palácio de Herodes”. Re’em trabalha nessa área desde 1999. A escavação atual prepara o local para a nova Ala Schulich de Arqueologia, Arte e Inovação do Museu da Torre de Davi, em Jerusalém. Eilat Lieber, diretora do museu, afirmou: “Nos próximos dois anos, vamos adicionar um piso de vidro flutuante a este edifício. Vamos iluminar as antiguidades para que as pessoas possam apreciá-las e ver as diferentes camadas da Jerusalém antiga”. Eilat explicou que o objetivo é usar peças históricas, projeções tecnológicas, maquetes e outros recursos para narrar os principais momentos da história de Jerusalém. “Só precisamos trazer as pessoas para cá, porque tudo está aqui. Olhem para cima. Vocês podem ver os restos da prisão britânica. Podem ver as marcas que os prisioneiros deixaram aqui, com os nomes, o mapa de Israel e a data”, disse ela. E continuou: “Assim, aqui em cima você pode ter contato com a história moderna do Estado de Israel. E, à medida que desce, você pode alcançar diferentes partes da história judaica aqui em Jerusalém”. “Essa é a singularidade do local, e nossa missão é apresentá-lo ao público, ao mundo, como parte da renovação do Museu da Torre de Davi em Jerusalém”, concluiu.
Jogadores do Corinthians glorificam a Deus após Copa do Brasil: É para Ele
Na noite de domingo (21), o Corinthians venceu o Vasco por 2 a 1, no Maracanã, e conquistou seu quarto título da Copa do Brasil. Dois jogadores do time campeão louvaram a Deus pela vitória. O goleiro Hugo Souza, que foi destaque na Copa, disse que o Senhor ajudou o Corinthians a conquistar o título. “Glória a Deus, glória a Deus, glória a Deus”, declarou ele, emocionado, em entrevista no gramado. “Conseguimos! Ninguém acreditava na gente, mas continuamos acreditando. Isso é para todos verem quão grande é a mão do Senhor Jesus. Quando Ele escolhe, não tem o que impeça, Ele faz. Deus é bom! Esse título é para Ele”, destacou. Hugo ainda ganhou o prêmio de Melhor Goleiro da Copa do Brasil 2025 e o dedicou a Jesus. “A pessoa que eu dedico é para Jesus Cristo, que é o meu melhor amigo, meu parceiro, meu companheiro de todos os dias, que nunca soltou minha mão nos momentos ruins. Então, não tenho a quem dedicar a não ser Ele”, afirmou, em vídeo no Instagram. “Todas as minhas honras e glórias são Dele, tudo o que eu faço na minha vida é para Ele”, finalizou. Yuri Alberto também louvou a Deus pelo título e relembrou as dificuldades que o time enfrentou neste ano. “A gente mereceu demais. Todas as nossas vitórias eram por infelicidade do adversário, nunca eram pelo mérito do Corinthians. Hoje, a gente mostrou com esse grande título que a gente merece muito, todo nosso trabalho, toda a dor que eu passei durante esse ano. Poder fazer o gol, poder entregar mais um título para essa torcida que merece demais”, disse ele, emocionado, em entrevista à TV Globo. “Deus é maravilhoso, Deus é bom demais com a gente e eu vou comemorar lá com meus companheiros”, enfatizou.
Jogadores da NFL lavam pés de crianças e entregam tênis a elas: Semelhante a Cristo’
O quarterback Lamar Jackson, o running back Derrick Henry e outros jogadores do Baltimore Ravens participaram, na segunda-feira (15), de um evento especial na Severn Elementary School, em Maryland. O Baltimore Ravens, uma das principais franquias da NFL (National Football League) – a liga profissional de futebol americano dos EUA –, reúne alguns dos atletas mais bem pagos e conhecidos do esporte no país. “Eu senti que era legal fazer”, disse Jackson. “Eu não fiz isso por qualquer motivo especial. Estou apenas tentando fazer algo pela comunidade e fazer algo semelhante a Jesus Cristo.” O gesto cristão de humildade dos atletas chamou a atenção de toda a comunidade onde está localizada a escola pública, que atende cerca de 500 alunos da educação infantil (Pré-K) até o 5º ano. A iniciativa envolveu os atletas lavando os pés de alunos da escola, que atende crianças de 4 a 11 anos. A prática foi inspirada no ato em que Jesus lavou os pés de seus discípulos durante a Última Ceia. Além disso, cada estudante presente recebeu um par de tênis novo, simbolizando não apenas cuidado físico, mas também um ato de serviço e respeito. O evento foi organizado com o apoio do capelão dos Ravens, Johnny Shelton, e refletiu a importância de ações comunitárias que vão além dos campos de futebol. Causas fora dos gramados O jogador quis reforçar que sua motivação estava em servir sem procurar reconhecimento ou destaque pessoal, mas sim em fazer algo positivo e alinhado com valores de humildade e cuidado com o próximo. Esta atividade faz parte de uma série de esforços comunitários promovidos por Jackson e seus companheiros. No início do mês, ele também participou da campanha anual de doação de casacos dos Ravens, reforçando seu compromisso com causas fora dos gramados. Para os estudantes, ver atletas renomados dedicando tempo para um ato simples, mas cheio de significado, foi uma experiência marcante.
Semelhante à praga bíblica, mar fica cor de sangue em praia no Irã
O mar da Ilha de Ormuz, no Irã, ficou vermelho cor de sangue após um fenômeno natural transformar a tonalidade da água, nesta semana. As chuvas na Praia Vermelha, que iniciaram na terça-feira (16), provocaram o cenário impressionante, que atraiu turistas e viralizou nas redes sociais. Segundo o jornal Independent, o fenômeno acontece quando a chuva entra em contato com o solo vulcânico, com alto teor de óxido de ferro. Os riachos que caem dos penhascos da praia ficaram avermelhados e tingiram o mar do Golfo Pérsico. “Chuva de Sangue” Chamado de “Chuva de Sangue”, o fenômeno natural acontece durante todo o ano na Ilha de Ormuz – uma região quase intacta e pouco habitada. A ilha está situada no Estreito de Ormuz, onde o Golfo Pérsico encontra o Golfo de Omã, cerca de 1.080 quilômetros ao sul da capital do Irã, Teerã. Devido ao evento geológico e paisagens incomuns, o local se tornou um destino popular entre turistas e fotógrafos. “A ilha é uma cúpula de sal, um monte em forma de gota de sal-gema, gesso, anidrite e outras evaporitas que subiu através de camadas de rocha”, explicou o Observatório da Terra da NASA, em um comunicado no início deste ano. “Sal grosso é fraco e flutuante, então perde sua fragilidade e flui mais como um líquido sob alta pressão”, acrescentou. Praga bíblica Segundo a Organização de Turismo do Irã, o solo rico em minerais do local é usado para fazer tingimento, cosméticos, vidro e cerâmica. Além disso, também é utilizado na culinária local, em molhos e geleias. “Caminhando ao longo da costa, você encontrará partes onde a areia brilha com compostos de metal, especialmente hipnotizantes ao pôr do sol ou ao nascer do sol”, afirmou. “A cor do solo ao seu redor continua mudando enquanto você caminha ou pedala, e você pode visitar um solo comestível vermelho único e outros 70 minerais coloridos na Ilha de Ormuz”. O fenômeno no Irã remete à passagem bíblica do livro de Êxodo em que as águas do rio Nilo se tornaram sangue, como uma das dez pragas lançadas por Deus no Egito para forçar Faraó a libertar o povo hebreu. “Os peixes do Nilo morrerão, o rio ficará cheirando mal, e os egípcios não suportarão beber das suas águas (Êxodo 7:18)”.
Parlamento Europeu aprova projeto que financia turismo do aborto
O Parlamento Europeu aprovou um projeto que vai financiar viagens para mulheres abortarem em países europeus que permitem a interrupção da gravidez. A iniciativa chamada “Minha Voz, Minha Escolha (MVMC)” foi aprovada por 358 votos contra 202 (com 79 abstenções) pelos eurodeputados, na quarta-feira (17). O projeto prevê um fundo do orçamento da União Europeia (UE) para pagar abortos para mulheres de países que proíbem o procedimento, como Malta e Polônia, em outros Estado-membro em permitem a interrupção é autorizada, como Holanda e França. Agora, a Comissão Europeia (o governo da União Europeia) vai propor uma estratégia para colocar a iniciativa em ação, que deve ser apresentada até março de 2026. “A vida merece proteção” Eurodeputados conservadores condenaram a aprovação do financiamento de abortos com os impostos dos cidadãos europeus. “A vida não nascida merece proteção, é doloroso ver que a maioria do Parlamento Europeu não reconhece isso. Apesar desse apelo do Parlamento, o fato é que a UE não tem competência sobre o aborto”, condenou Bert-Jan Ruissen, um eurodeputado holandês do Partido Político Cristão Europeu. Quando a iniciativa “Minha Voz, Minha Escolha” foi apresentada no Parlamento Europeu no início de dezembro, vários eurodeputados expressaram preocupações jurídicas, éticas e sociais. O eurodeputado de Luxemburgo, Fernand Kartheiser, apontou que a proposta é incompatível com os Tratados da UE. Ele afirmou que, se a Comissão Europeia levasse a iniciativa adiante, “estaria violando diretamente o direito europeu”. A eurodeputada Margarita de la Pisa, da Espanha, também condenou a iniciativa. “A MVMC é financiada por organizações que lucram com o negócio do aborto, como a Planned Parenthood. Os direitos das mulheres incluem a proteção da maternidade”, declarou. Tomislav Sokol, eurodeputado croata, também se manifestou contra, enfatizando que o aborto “não faz parte dos direitos humanos” e que “nenhum tratado internacional reconhece o aborto como um direito, assim a União Europeia não pode financiá-lo”. Turismo do aborto Antes do projeto ser aprovada pelo Parlamento, a Federação Europeia One Of Us, um grupo formado por 50 ONGs pró-vida, alertou sobre o risco da iniciativa MVMC provocar um “turismo do aborto” na Europa. “O aborto não é uma questão que cabe à UE decidir, e financiá-lo através do orçamento europeu violaria a soberania nacional dos Estados-membros, além de contornar o atual quadro jurídico, causando danos significativos ao processo de construção da União”, afirmou a Federação, em um comunicado. Aborto de bebês com deficiência O grupo pró-vida observou que a proposta ainda facilitaria casos de aborto de bebês com deficiência, chamado de aborto seletivo. A iniciativa reforçaria práticas eugênicas e violaria o Artigo 21 da Carta dos Direitos Fundamentais da UE, que proíbe a discriminação por motivo de deficiência. “Em toda a Europa, as mulheres exigem apoio real à maternidade, não serviços de aborto financiados por instituições europeias”, declarou a One Of Us. “A UE deve priorizar políticas que protejam as pessoas com deficiência e defendam a dignidade humana em todas as fases da vida”, acrescentou.